NOSSA HISTÓRIA

Nossa História


Foi brincando de fazer massa em casa que surgiu a Santo Afonso Massas Artesanais. Gustavo Afonso, nascido e criado em Santos, formado em Administração de Empresas, e sua esposa Cris Monte, também de Santos, formada em Relações Públicas, estão à frente da Santo Afonso. Os dois fizeram carreira na área financeira, em empresas de transporte e comércio exterior. Até que, em 2016 tudo começa a indicar que novos rumos viriam a traçar suas vidas. Abandonaram as carreiras dentro do escritório para abrir a casa onde moram para receber os amigos para comer uma boa massa caseira.

Fazer massa em casa começou como uma brincadeira. Alguns amigos provaram e aprovaram. Veio daí a ideia de começar a vender as massas congeladas. Nhoque, Rondeli, Ravioli, Lasanha, Talharim, Panquecas, Tortas, tudo isso começou a ser produzido na cozinha de casa para atender aos pedidos dos amigos e clientes.
Fizemos um evento pequeno para que alguns amigos viessem conhecer as massas. E deu super certo! Logo os amigos trouxeram outros amigos, e os amigos dos amigos. E assim, os eventos foram acontecendo, uma vez ao mês, depois duas. E a frequência só vem aumentando, em função da grande procura. Lançamos os eventos em nossa página no Face e, quase sempre, em menos de 24 horas, já estão esgotadas as vagas.
E dos eventos abertos ao público, começaram a surgir os pedidos para comemorar aniversários, bodas, confraternizações, casamentos. E hoje os eventos fechados já ocupam grande parte do calendário da casa.
Por falar em casa, continua sendo a nossa casa. Arrastamos os móveis e montamos as mesas para receber o pessoal a cada evento. É a nossa sala e nossa cozinha que dão esse toque aconchegante ao ambiente. Fazemos de tudo para que nossos visitantes se sintam em casa também.
O mais gratificante de tudo isso são as inúmeras pessoas que temos conhecido ao longo dessa jornada. Novas amizades surgiram. Essa troca de experiências é o que nos move a seguir recebendo as pessoas em nossa casa.
O nome Santo Afonso é uma brincadeira com o sobrenome Afonso, e uma homenagem a Santo Afonso Maria de Ligório, um santo italiano, nascido na região de Nápoles. 

A VEIA ITALIANA

A VEIA ITALIANA

por Gustavo Afonso


De 1888 a 1893, o Brasil assistiria mais de 500 mil italianos chegando ao país. Deixavam para trás uma Itália recém unificada, com uma economia instável e altas taxas de desemprego.
Em sua maioria camponeses da região do Vêneto, vinham atrás de esperança, de dias melhores. Vinham atrás de construir seu próprio castelo, como diz o panfleto que era distribuído naquele país, incentivando-os a deixarem tudo em busca de uma vida melhor.

“...Na América
Terras no Brasil para os Italianos 
Navios partindo toda semana
do Porto de Gênova 
Venham construir o seu

sonho com a família 
Um país de oportunidade. Clima tropical, vida em abundância. Riquezas minerais. No Brasil você pode ter o seu próprio castelo. O governo dá terras e utensílios a todos.”

 
O Vapor Colombo, um navio cargueiro construído na Inglaterra nos idos de 1873 sob o nome de Brazil, adquirido posteriormente pelo armador italiano Giácomo Cresta em 1888, que o reformou transformando-o em navio misto para Cargas e Passageiros, rebatizando-o como Colombo, era um dos navios que trabalhavam incessantemente na rota Gênova-Lisboa-Rio de Janeiro-Santos para atender à gigantesca demanda dos imigrantes italianos.



No Colombo, além das cargas, viajavam 80 a 100 passageiros em cabines individuais, e mais 700 passageiros na classe Imigrantes, em condições não muito favoráveis de conforto e higiene, tendo sido palco muitas vezes de epidemias e mortes, quase sempre nas viagens de volta à Europa, levando os imigrantes que desejavam retornar a seu país de origem, desiludidos com as facilidades não encontradas aqui.
Foi num 07 de fevereiro, do ano de 1892, que chegou em Santos, aportando no recém inaugurado cais do Porto de Santos, o Vapor Colombo.
Após cerca de 18 dias de viagem cruzando o Oceano Atlântico, desembarca na cidade de Santos a Famiglia Bordignon, conforme consta no Livro de Registros de “Matrícula dos Immigrantes Entrados na Hospedaria do Estado de S. Paulo”. 

Giacinto Bordignon, chega ao Brasil aos 43 anos, acompanhado da esposa Francesca (32), e dos filhos Angelina (17), Virginia (13), Giuseppina (11) e Antonio (9).

Na foto, Dona Francesca Bordignon (minha tetravó) à esquerda, ao centro Giuseppina (minha trisavó), que se casou com o também italiano Salvador Faggi (meu trisavô), com quem teve nove filhos (alguns na foto) nascidos nesta terra de futuro promissor.

E foi assim que as raízes italianas trouxeram à tona a paixão pela pasta.
Nossa homenagem àqueles que, há mais de um século, fizeram dessa terra, também uma terra de italianos.
 

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